
Na semana passada, o presidente argentino Alberto Fernandéz anunciou a prorrogação da quarentena no país em uma tentativa de controlar novamente a propagação do novo coronavírus, mesmo com as manifestações contra a medida que ocorreram na última segunda-feira (17).
A Argentina caminha agora para o sexto mês de isolamento, com uma recessão gravíssima batendo à porta, ilustrada pelas previsões do Produto Interno Bruto (PIB) — variando entre um recuo de 8% e 12%.
Segundo o economista e professor de Relações Internacionais da ESPM, Leonardo Trevisan, o país vizinho já vivia uma situação financeira “mais complicada que a do Brasil”
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