
O Governo do Estado, por meio da Secretaria da Agricultura, Abastecimento, Aquicultura e Pesca (Seag), realiza a entrega de barracas de feira para produtores rurais do Estado. Os objetivos são incentivar a agricultura e oportunizar a geração de emprego e renda para as famílias do campo. Ao todo, serão distribuídas 134 barracas contemplando sete municípios. Os investimentos ultrapassam R$ 700 mil.
As barracas de feira serão utilizadas para o desenvolvimento e a implantação de feiras orgânicas e convencionais, com a finalidade de estimular as ações de comercialização e propagação da economia da agricultura familiar.
“A Seag vem contribuindo para o desenvolvimento social e econômico dos agricultores familiares. O Espírito Santo possui cerca de 108 mil propriedades e 75 % são da agricultura familiar. É notável que o Estado é pujante e diversificado nas diferentes culturas e essas entregas vêm contribuir para a comercialização dos alimentos produzidos, possibilitando a organização dos produtos saudáveis e frescos, com um material que não enferruja, é de fácil higienização e resistente”, pontuou o secretário de Estado da Agricultura, Abastecimento, Aquicultura e Pesca, Enio Bergoli.
A Seag já realizou a entrega de 42 barracas para os municípios de Brejetuba, Marilândia, Irupi e Montanha. As barracas de feira distribuídas são compostas de aço e lona, além de tabuleiros de alumínio. Com aspecto visual atrativo e aprimorado, as barracas ocupam 4 metros de largura por 3 metros de profundidade. Já as bandejas têm 4 metros de comprimento por 1,10 metros de largura, permitindo a separação, armazenagem e a exposição dos alimentos.
Segundo a presidente da Associação dos Produtores Familiares da ComunidadeCristóvão (Aprofacc), em Montanha, Juselita Alves, contemplada com os equipamentos, as novas barracas proporcionarão um salto na comercialização dos produtos da agricultura familiar.
“Com essas bancas, iremos ampliar os espaços de comercialização da agricultura familiar, proporcionar aumento da renda das famílias. O consumo local será sem atravessadores, com venda direta, preços mais atraentes, além de os consumidores terem à disposição alimentos frescos e saudáveis, bem próximo deles. Um sonho dos feirantes agroecológicos que há muito tempo desejavam ter um ambiente propício e adequado, que fosse diferencial da feira. Portanto, todos ganhamos, os produtores, consumidores, o comércio local, o meio ambiente, o município e, consequentemente, o Estado”, afirmou Juselita Alves.
A Seag, com o Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural (Incaper) e o Instituto de Defesa Agropecuária e Florestal do Espírito Santo (Idaf), promove programas de conhecimentos e tecnologias; de assistência técnica e extensão rural; atividades de sanidade da produção; a comercialização via Central de Abastecimento do Espírito Santo (Ceasa), e o estímulo às feiras livres.
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