
As forças de segurança venezuelanas e grupos aliados cometeram violações sistemáticas dos direitos humanos, incluindo assassinatos e tortura que constituem crimes contra a humanidade, apontou um relatório produzido por investigadores da Organização das Nações Unidas (ONU) na quarta-feira (16).
Conforme apontado na investigação, existem motivos razoáveis para acreditar que o presidente Nicolás Maduro e seus ministros do Interior e da Defesa ordenaram ou contribuíram para os crimes documentados no relatório a fim de silenciar a oposição.
A grande maioria das execuções ilegais cometidas pelas forças de segurança não resultou em processos penais e em nenhum momento os oficiais com responsabilidade pelo comando foram levados à justiça.
O órgão se disponibilizou a compartilhar seu banco de dados contendo os nomes dos agentes identificados pelas vítimas.
“A missão encontrou motivos razoáveis para acreditar que as autoridades venezuelanas e as forças de segurança planejaram e executaram desde 2014 graves violações dos direitos humanos, algumas das quais – incluindo assassinatos arbitrários e o uso sistemático de tortura – constituem crimes contra a humanidade”, disse a presidente do painel Marta Valinas, em comunicado.
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