
As regras que orientam a conduta e o comportamento da empresa e de seu time de colaboradores têm um papel fundamental na saúde da organização e no bem-estar de toda a equipe. Porém, para um funcionamento eficiente das regras é preciso ter políticas de comunicação e gestão fortes, bem definidas e transparentes.
Estabelecer uma comunicação efetiva com seus colaboradores é fundamental para divulgar a política da instituição, e envolver os líderes ajuda a reforçar a aplicação das diretrizes estabelecidas. Segundo uma pesquisa da plataforma HR First Class, 76% das lideranças de RH querem implantar programas de felicidade corporativa em suas empresas.
A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) explicou durante a live “Melhor Prevenir do que Indenizar” que boa parte dos problemas trabalhistas começam na gestão. Mas como elaborar e manter políticas organizacionais que contribuam para um ambiente saudável? Juliana Dimário, Head de Pessoas e Cultura da CBYK, explica que existem diversos tipos de políticas organizacionais e destaca cinco tipos dos mais comuns. São eles:
A CBYK é uma empresa que desenvolve software e soluções personalizadas de TI e conta com um time de mais de 300 pessoas, que estão alocadas em clientes a fim de desenvolver projetos de tecnologia. Com expertise na gestão e no desenvolvimento de recursos humanos, Juliana, head responsável pelo setor, explica que um ponto fundamental nesse processo é evitar políticas desnecessárias. “Embora seja crucial reconhecer a importância e a relevância das políticas para garantir a coesão nos processos internos e externos, é igualmente essencial entender quando criar uma política, se ela faz sentido e quando ela está alinhada com o estágio e a maturidade da sua empresa”, ressalta a executiva.
Juliana ainda reforça que criar políticas de forma indiscriminada, sem uma justificativa sólida ou uma necessidade real, não contribui para a eficiência e dificulta a agilidade e a capacidade de adaptação da empresa às mudanças do mercado. Neste caso, sugere que as marcas tenham discernimento na formulação de políticas, priorizando aquelas que realmente agregam valor e contribuem para os objetivos e valores da organização.
“Quando as companhias querem comunicar efetivamente as políticas, é fundamental não limitar a divulgação delas apenas à Intranet, por isso é crucial estabelecer uma comunicação eficaz e contínua. A comunicação desempenha um papel fundamental na garantia de que todos os membros da organização tenham conhecimento, compreensão e acesso às políticas e normas da empresa. Além disso, envolver a liderança de forma ativa reforça a aplicação diária das diretrizes estabelecidas”, sinaliza Juliana.
Outro ponto de atenção são as políticas e conformidade regulatória, que em muitos setores e indústrias é uma parte crítica das operações comerciais. Já as políticas organizacionais desempenham o papel na garantia de que a empresa atenda a todas as regulamentações e leis aplicáveis.
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