Aparentemente sem uma conexão direta, a relação entre aviação e segurança cibernética foi o tema da quarta edição do Illumination Summit, evento promovido pela Lumu Technologies, especializada em cibersegurança e idealizadora do modelo de avaliação de comprometimento contínuo, o Continuous Compromise Assessment™.
A iniciativa, que tem por objetivo tratar de cybersecurity sob uma ótica inovadora, contou com a participação de Jeff Skiles, mundialmente conhecido como um dos pilotos do voo que levava 155 pessoas e pousou em segurança sobre as águas do Rio Hudson, em 2009, em Nova York, e do fundador e CEO da Lumu, Ricardo Villadiego.
Durante a conversa, Skiles e Villadiego - que inclusive fez cursos para se tornar piloto - abordaram as similaridades entre os dois campos quando se trata da proteção de todos os envolvidos. "A experiência com aviação me ensinou que se você decolar um avião é preciso ter certeza de que vai pousar a aeronave 100% das vezes. Isso me levou a entender a proficiência em cibersegurança como a habilidade de defender as organizações ou pelo menos controlar o impacto do crime cibernético 100% das vezes para que possamos prevenir os efeitos catastróficos dos ataques ransomware, entre outros", afirmou o CEO da Lumu. "Na aviação recente, não há melhor exemplo de proficiência do que o pouso no Rio Hudson", completou o executivo.
Entre as aprendizagens da aviação que podem ser levadas para a cibersegurança abordadas no Illumination Summit, as três principais, segundo a Lumu, são as seguintes:
1- Não esperar para levar a segurança a sério: em cybersecurity, assim como na aviação, a segurança tem de ser uma preocupação sempre presente. Na cibersegurança é fundamental a construção de confiabilidade nos processos com os quais os operadores de segurança cibernética lidam todos os dias.
2 - Preparação para o inesperado: nos dois campos, situações adversas podem acontecer a qualquer momento. O que pode fazer a diferença é ter à disposição os melhores recursos, com as soluções e tecnologias mais avançadas do mercado, e uma equipe bem treinada para lidar com situações extremas.
3 - Atenção aos alertas: qualquer sinal, por menor que seja, de que agentes adversários estão atuando em nossos ativos tem de ser levado em conta, porque ele pode terminar gerando uma catástrofe. A criação de barreiras para evitar erros pode potencializar a capacidade de tornar as ameaças visíveis e isolar as instâncias comprometidas.
A íntegra do Illumination Summit está disponível em https://lumu.io/cybersecurity-and-aviation/.
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