Cuenca fez ameaças à família do presidente da República, Jair Bolsonaro.

“O brasileiro só será livre quando o último Bolsonaro for enforcado nas tripas do último pastor da Igreja Universal”, escreveu o jornalista, em suas redes sociais.

Após a decisão, Cuenca visivelmente estérico, deu chiliques nas redes e classificou o comunicado da emissora como “mentiroso, covarde e difamatório”.
“É desconcertante ver um veículo alemão caindo no jogo persecutório de elementos fascistas no Brasil. […] Infelizmente terei que tomar as medidas cabíveis e levar isso às últimas consequências”, disse.
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