
O livro Quebrando Tabus da Harmonização Facial será lançado no dia 3 de março de 2026, às 19h, na Livraria da Travessa, em Ipanema, no Rio de Janeiro. A obra, assinada pelo cirurgião-dentista Dr. Fabio Barros apresenta a proposta de ampliar o debate sobre segurança, ética e responsabilidade na estética facial contemporânea.
Reconhecido por portais especializados como um dos principais nomes da harmonização facial no país desde 2020, o autor reúne na publicação reflexões acumuladas ao longo da atuação clínica e acadêmica. "A informação correta é o que protege o paciente. Sem conhecimento, a estética vira tendência vazia", afirma o especialista.
Segundo o autor, a motivação para escrever o livro surgiu a partir da percepção de que o rosto passou a ser alvo de decisões impulsivas, frequentemente influenciadas por modismos e redes sociais. A obra apresenta explicações didáticas sobre planejamento facial, avaliação individualizada e critérios técnicos que devem anteceder qualquer procedimento.
No livro, o especialista ressalta que a harmonização facial não se resume ao preenchimento com ácido hialurônico. Ele explica que a especialidade envolve compreensão aprofundada de anatomia facial, ossos, músculos e proporções. "Harmonização não é sobre aumentar volume, é sobre entender estrutura e equilíbrio", pontua.
Outro eixo central da obra é a banalização da estética. O autor argumenta que o risco não está necessariamente na técnica, mas na execução sem preparo adequado. "O problema não é o procedimento, é a falta de formação sólida e de responsabilidade com a face humana", pondera.
A publicação também aborda a importância da rastreabilidade dos produtos utilizados em consultório. O especialista descreve a adoção de protocolos comparáveis a uma carteira de vacinação estética, com registro de lote, marca e tipo de substância aplicada. "Transparência é parte do tratamento", destaca.
A ultrassonografia facial é apresentada como ferramenta de segurança, capaz de identificar estruturas profundas e verificar materiais previamente injetados. O autor relata que o recurso já possibilitou detectar substâncias permanentes em pacientes que acreditavam ter recebido apenas ácido hialurônico.
A naturalidade é tratada como valor central da harmonização moderna. O autor defende que intervenções não devem apagar características individuais, mas respeitar identidade e história facial. "Harmonia não é padronização. Cada rosto carrega proporções próprias", salienta.
Ao discutir padrões estéticos, o livro alerta para o risco de procedimentos realizados com o objetivo de replicar traços que não correspondem à estrutura anatômica do paciente. Para o especialista, autenticidade deve ser o princípio orientador das decisões clínicas.
O lançamento ocorrerá na Livraria da Travessa, localizada na Rua Visconde de Pirajá, 572, em Ipanema, com sessão de autógrafos aberta ao público. A expectativa é de que a obra contribua para ampliar discussões sobre segurança e responsabilidade no cenário estético brasileiro.
A obra também poderá ser adquirida por meio do site oficial da editora responsável pela publicação.
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