
Participantes das oficinas temáticas de Páscoa do Fundo Social de São Paulo relatam avanços na capacitação profissional e novas perspectivas de geração de renda com os estudos e aprendizado prático das últimas semanas. A iniciativa, realizada nesta que é uma das épocas mais relevantes para o setor de confeitaria, ocorreu na Escola de Qualificação Profissional da Praça da Cidadania de Paraisópolis, na capital, e reuniu alunos já matriculados e moradores da região interessados em aprender técnicas voltadas à produção de itens sazonais.
Como parte das atividades, alunos do curso de Chocolateiro participaram de aulas complementares com foco em produtos típicos da Páscoa, como bombons e trufas. A oficina apresentou, de forma prática, técnicas que vão do manuseio do chocolate ao preparo de recheios e acabamento, além de orientações sobre embalagem, precificação e divulgação, com foco na aplicação imediata do conhecimento.
Para a presidente do Fundo Social de São Paulo, Cristiane Freitas, as oficinas reforçam o papel da qualificação como ferramenta de inclusão produtiva. “Os alunos não apenas aprendem uma nova habilidade, mas também passam a enxergar novos caminhos para transformar conhecimento em oportunidade e trabalho em prosperidade.”
As experiências em Paraisópolis se somam à formação de mais de 3 mil pessoas já qualificadas nos quatro primeiros ciclos do programa, realizados entre janeiro e março deste ano. O Fundo Social oferece cursos gratuitos nas Praças da Cidadania, em unidades dos Centros de Integração da Cidadania (CICs) e em entidades parceiras, na capital e em municípios da Grande São Paulo. As formações abrangem áreas como moda, beleza, gastronomia, informática, construção civil e administração, com duração de uma a quatro semanas.
Marlucia Resende, de 33 anos, participou das oficinas e destacou o impacto do aprendizado para seus planos futuros. “Meu propósito é aprender e investir futuramente. Eu pretendo ter mais conhecimento e empreender na minha cidade, principalmente nessa parte de chocolate. A oficina foi muito produtiva, trouxe muito conhecimento e técnicas que a gente não tinha”, disse.
A experiência também marcou a trajetória de Indianara Cristina, de 21 anos, que teve o primeiro contato com a produção de ovos de Páscoa durante o curso. “Eu nunca tinha feito ovo de Páscoa. Hoje aprendi bastante, principalmente sobre os recheios. Já quero tentar fazer sozinha”, contou. Recém-chegada a São Paulo, vinda de Minas Gerais, ela encontrou na formação uma oportunidade de recomeço.
Já Wellington Nunes, de 23 anos, destacou o impacto da capacitação na construção de um projeto profissional de longo prazo. “Estou por dentro da confeitaria. Tudo que tem a ver com doce e chocolate, eu estou estudando para, futuramente, montar um negócio próprio e sair da CLT. Tinha muita coisa de Páscoa que eu não sabia e agora eu sei”, afirmou.
São Paulo Novas agentes do SuperAção já foram ajudadas por redes socioassistenciais
São Paulo Exposição no Palácio dos Bandeirantes celebra Anita Malfatti e o modernismo brasileiro
São Paulo Cientistas descobrem como a obesidade do pai afeta o metabolismo dos filhos
São Paulo Investimento em obras estruturais reforçam o abastecimento de água e aumentam a resiliência hídrica na Grande SP
São Paulo Estudo da Fundação Seade confirma perfil empreendedor de São Paulo
São Paulo Cetesb amplia monitoramento da qualidade da água do Tietê em Promissão com medições a cada 5 minutos
São Paulo Como identificar peixe fresco? Especialistas dão dicas para não errar na compra
São Paulo SP Mulher Segura: aplicativo do Governo de SP permite registrar boletins de ocorrência e acionar botão do pânico contra agressores
São Paulo Abre e fecha na Páscoa: confira o funcionamento dos serviços estaduais Mín. 20° Máx. 30°
