
Um grupo de 300 médicos de Santa Catarina (SC) assinou um manifesto direcionado ao governador Carlos Moisés e ao secretário de Saúde, André Motta Ribeiro. No documento, os profissionais de saúde reivindicam a adoção de um protocolo de tratamento nos estágios iniciais da Covid-19.
Os médicos destacam a extrema preocupação com a evolução acelerada da infecção e da necessidade de internação hospitalar e justificam o pedido dada a necessidade de auxílio para tentar reduzir os quadros de agravamento até chegada a internação, uma vez demais pacientes com “outras patologias necessitam de internação hospitalar também”.
No documento, aponta-se quais medicações estão sendo reivindicadas pois já são utilizadas na maioria dos protocolos. São elas: Hidroxicloroquina ou cloroquina; Ivermectina; Azitromicina; Zinco; Vitamina D; Vitamina C; Corticóide e Anticoagulantes.
A justificativa é baseada em “evidências científicas no Brasil e fora do Brasil do possível benefício do tratamento precoce com várias medicações e medidas preventivas, como série de casos e estudos retrospectivos.”
Ainda que não haja evidências consideradas hierarquicamente como superiores, o grupo reforça que o momento exige que sejam realizados tratamentos conforme as evidências disponíveis até então.
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