
Após o escândalo do superfaturamento de contratos da Secretaria de Saúde do Rio de Janeiro, o ex-titular da pasta, Edmar Santos, gravou conversas com o governador do estado, Wilson Witzel, e outros políticos. Edmar usará das gravações para se defender da acusação de que seria o chefe do esquema de desvios de verbas em compras para o combate ao coronavírus.
A divulgação das conversas é parte do acordo de delação premiada que foi firmada com a Procuradoria Geral da República, nesta quinta-feira (13). Além de Witzel, o pastor Everaldo Dias Pereira (PSC) também teve seu nome citado.
De acordo com a assessoria do Governador do RJ, Witzel não foi informado sobre o conteúdo da delação premiada de Edmar. Ele alegou, em nota, que jamais teve qualquer conversa que não fosse a respeito de assuntos governamentais e de interesse da população fluminense com o ex-secretário de Saúde ou com qualquer outro integrante do governo.
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