
No começo da pandemia, as informações que deixaram o mundo em desespero diziam que os assintomáticos eram o maior problema, pois estariam contaminando muita gente sem que ninguém pudesse isolá-los. Daí que veio a ideia de trancar todo mundo em casa, que não resolveu nada.
A nova declaração repercutiu e a OMS já fez mais um ajuste no discurso: os assintomáticos são sim um problema, mas ela não sabe o tamanho:. “Estamos absolutamente convencidos de que a transmissão por pessoas assintomáticas está ocorrendo, a questão é saber quanto”, disse Michael Ryan, diretor de operações da OMS.
Desde o início, a OMS tem se mostrado uma entidade pouco confiável. Quando começou a epidemia na China, ela foi contra fechar fronteiras com o gigante asiático.
Quando países da América do Sul queriam declarar pandemia, no começo de março, ela disse que era cedo.
Quando a pandemia começou oficialmente, ela dizia que máscaras não era segura, depois, passou a recomendá-las.
Nas últimas semanas, motivou milhões de pessoas a não usarem cloroquina, depois pediu desculpas porque havia se baseado em um estudo falso.
Quantas vidas foram perdidas por conta de tanta desinformação do órgão que tem sido a principal referência das nossas autoridades?
Como alertei no começo da crise sanitária, o vírus é novo e, portanto, não há dados o suficiente para produzir tantas certezas quanto certas autoridades fingem que possuem.
A lição que se tira é a seguinte: primeiro, a OMS não é confiável. Segundo, todos que justificaram medidas sanitárias com base na OMS, também não são.
São Paulo Operação da Polícia de SP prende líder de ‘arrastadores’ que extorquiam passageiros no Aeroporto de Guarulhos
São Paulo Dia Nacional do Diabetes: com aumento de 97% nos atendimentos, SP reforça importância do diagnóstico precoce da doença
São Paulo Veja como vai funcionar a operação do primeiro trecho da Linha 6-Laranja Mín. 18° Máx. 27°
