
A Secretaria da Justiça (Sejus) participa do Encontro Nacional de Gestores de Leitura em Ambientes Prisionais, promovido pela Secretaria Nacional de Políticas Penitenciárias (Senappen), em parceria com o Ministério da Educação, Conselho Nacional de Justiça (CNJ), Biblioteca Nacional e Programa Fazendo Justiça. O evento acontece na Biblioteca Parque Estadual, no Rio de Janeiro, com encerramento nesta sexta-feira (27).
No início da semana, servidores da educação que atuam no sistema prisional também participaram do Encontro Nacional de Educação para Jovens e Adultos em situação de prisão, também promovido pela Senappen. O evento teve a proposta de compartilhar experiência sobre a Educação de Jovens e Adultos (EJA) ofertadas nas unidades prisionais do País.
Segundo a gerente de Educação e Trabalho da Sejus, Regiane Kieper, o encontro discutiu as boas práticas em educação nos presídios. “Os temas apresentados nos dois eventos discutiram os desafios e as repercussões da educação para o sistema prisional. A educação é um assunto tratado com prioridade e atenção pela Secretaria da Justiça. Sempre buscamos conhecer boas práticas e experiências que agregam valor ao cumprimento da pena”, destacou Regiane Kieper.
O tema “A Leitura nos Espaços de Privação de Liberdade” tratou da remição de pena pela leitura, focando nos desafios enfrentados pelo Judiciário e pelo Executivo, com apresentação de projetos de diversos Estados da federação. A Sejus apresentou o projeto “Leitura para a vida”, executado em 14 unidades prisionais do Estado e realizado em parceria com a Secretaria da Educação (Sedu).
Paralelamente ao projeto Remição pela Leitura, a Sejus oferta ensino regular na modalidade da Educação de Jovens e Adultos (EJA) para todo o sistema prisional do Estado. Atualmente, 3.220 alunos estão distribuídos em 218 turmas dos ensinos Fundamental e Médio. A educação faz parte do Programa de Ressocialização da Secretaria da Justiça.
“A educação nas prisões não se limita à construção de espaços de sala de aula. Precisamos discutir qual intervenção educacional fará a diferença na vida da pessoa privada de liberdade. Analisamos o que pode promover o desenvolvimento pessoal, levando em consideração as especificidades do ambiente prisional. Os encontros de gestores da educação nas prisões permitiram avaliar a política executada, identificar áreas que precisam de melhorias e a definição de metas. Isso assegura que os programas educacionais sejam eficazes e atendam aos objetivos estabelecidos”, explicou Regiane Kieper.
As atividades educacionais nas prisões é uma abordagem estratégica que beneficia não apenas os detentos, mas a sociedade como um todo, ao promover a reintegração social e a possibilidade da redução da criminalidade.
O Encontro Nacional de Gestores de Leitura em Ambientes Prisionais contou com a presença do Presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), ministro Luís Roberto Barroso, com participação na Conferência Magna desta sexta-feira (27).
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