
Clima adverso levou o governo à medida extrema
O clima adverso em várias partes da Argentina levou o governo a decretar estado de emergência agrícola em quatro Províncias: Santa Fé, Mendoza, Córdoba e Misiones. A medida foi assinada na sexta-feira 21.
A situação prejudicou o agro desses locais. Em Santa Fé, o problema é a seca. Já em Misiones e Córdoba, além da estiagem, queimadas afetam as áreas produtivas. Em Mendoza, as geadas e o granizo prejudicaram as plantações.
O Executivo e os governadores vão monitorar o cenário.
Além do mais recente problema com o agro, a Argentina enfrenta dificuldades na economia em geral, comandada pelos peronistas Alberto Fernández e Cristina Kirchner. A dupla sofreu uma derrota nas eleições do ano passado.
A Argentina encerrou 2021 com inflação em 51% — em dezembro, o aumento registrado foi de 3,8%, conforme o mais recente levantamento do Instituto Nacional de Estatísticas e Censos, equivalente ao IBGE do Brasil.
A meta do Ministério da Economia era fechar o ano com 30% de inflação. Contudo, o atual resultado veio dentro do esperado por consultorias privadas da Argentina. Conforme o “IBGE” daquele país, o preço dos alimentos impulsionou a alta no Índice de Preços ao Consumidor do ano passado.
Trata-se do segundo maior índice registrado pelo país desde 1991. Até o momento, o recorde pertence ao ex-presidente Mauricio Macri: 53,8%, em 2019. Liberal, Macri recebeu uma Argentina endividada em razão do governo de Cristina Kirchner, acusada de maquiar dados econômicos de sua gestão.
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