
Quitandas, verduras, frutas, doces, pães, cafés e diversos outros produtos da agricultura familiar. A partir do dia 12/6 (quarta-feira), a “Feira do Campo pra Cá” passa a ocupar a Rua Bernardo Guimarães, 1.600, no bairro Lourdes, região Centro-Sul de Belo Horizonte, entre 10h e 15h.
A feira aberta ao público e ao ar livre será realizada duas vezes por mês, sempre às quartas-feiras, em frente ao Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG) .
A cada edição serão convidados 12 diferentes expositores do estado, sempre com produtos frescos e degustação de itens, e que foram selecionados pela Secretaria de Estado de Agricultura e Pecuária (Seapa) .
Entre eles está o produtor Christian Diniz, do Café Itapecerica, no Centro-Oeste, que prepara degustação especial para os visitantes.
A produção do café está na família há 150 anos e no cardápio conta com uma série de cafés especiais, como os com notas de hibisco e rapadura, ou os de torra no fogão a lenha com notas de frutas cítricas e caramelo.
“Para nós, é oportunidade muito importante de acessar um público novo. Convido todos a conhecerem”, afirma o produtor que percorrerá 180 quilômteros para expor os produtos na feira do BDMG.
Um dos desafios dos pequenos agricultores é fazer com que seus produtos cheguem até o consumidor final.
Por isso, a feira tem potencial para contribuir com o desenvolvimento do setor. A agricultura familiar é responsável por 77% dos estabelecimentos agrícolas do Brasil, segundo o último
Censo Agropecuário, realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Sustentabilidade
A “Feira do Campo pra Cá” integra a programação do Mês do Meio Ambiente liderada pelo BDMG com foco na sustentabilidade.
O objetivo é estimular práticas alinhadas aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), que é o plano de ação global liderado pela Organização das Nações Unidas (ONU) para reduzir desigualdades e proteger o clima e o meio ambiente.
“Esta é uma forma de valorizar os pequenos produtores e a agricultura sustentável. A partir desta feira, apoiamos não só a geração de emprego e renda, mas também o consumo de alimentos saudáveis, a cultura e a gastronomia mineira. A sustentabilidade é um dos pilares de desenvolvimento do BDMG”, afirma o presidente do Banco, Gabriel Viégas Neto.
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