
O agora ex-ministro da Educação deixou o cargo para assumir um cargo de diretoria no Banco Mundial. A mudança foi ironizada por Maia.
Em coletiva de imprensa nesta quinta-feira, 18, Maia tratou com deboche a ida de Weintraub para o Banco Mundial.
“É porque não sabem que ele trabalhou no Banco Votorantim, que quebrou em 2009 e ele era um dos economistas do banco”, disse.
Weintraub foi diretor estatutário do banco. Em 2009, o Banco do Brasil comprou 50% do capital social do banco BV, o antigo Banco Votorantim.
Maia também disse que a gestão de Weintraub no MEC “estava muito ruim”. Weintraub, por sua vez, rebateu dizendo que o banco nunca quebrou e que Maia espalha fake news:
“Trabalhei no Votorantim por 18 anos. O Banco existe até hoje. NUNCA QUEBROU! Atualmente invisto em títulos da dívida dessa instituição por acreditar em sua solidez e seriedade. Espalhar Fakenews sobre a solvência de uma instituição financeira é muito grave”.
Weintraub tem razão: mentir sobre a solvência de uma instituição financeira é muito grave e o deboche de Maia pode não ser tão inocente assim, mas irresponsável.
De acordo com o artigo 3 da Lei 7.492, que trata sobre crimes contra o Sistema Financeiro Nacional, divulgar informação falsa ou prejudicialmente incompleta sobre instituição financeira pode gerar como pena reclusão de 2 a 6 anos, além de multa.
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