Segundo a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), janeiro deste ano foi marcado por uma queda nos emplacamentos de veículos ante dezembro de 2021 (- 31,64%). Na comparação com janeiro do ano passado, a queda foi de 15,79%. "O resultado é conjuntural e acontece, principalmente, em função dos baixos estoques das Concessionárias, em dezembro, da persistente falta de produtos - ainda provocada pela escassez de insumos e componentes e, também, devido à sazonalidade do período. Além desses fatores, a alta nas taxas de juros restringiu a aprovação de crédito para financiamentos e, também, tivemos queda na renda do consumidor, pelo aumento da inflação, em que pese tenhamos tido melhora dos níveis de emprego no país. Avaliando a sazonalidade, lembro que, em janeiro, a renda familiar fica mais comprometida, em função dos impostos e gastos com matrículas e materiais escolares, por exemplo, o que acaba afetando a decisão de compra do consumidor", salienta o presidente da Fenabrave.
Além disso, também há outras justificativas para a queda, ainda conforme o presidente da entidade: as chuvas intensas espalhadas pelo Brasil e o crescimento no contágio das pessoas pela variante Ômicron são exemplos.
Comercialização de aços planos diminuiu 9,2% em dezembro
Ainda em relação a retrações em componentes veiculares, segundo informações do Instituto Nacional dos Distribuidores de Aço (Inda), a comercialização de aços planos diminuiu 9,2% em dezembro de 2021, comparado ao mesmo período de 2020 (261,5 mil toneladas). Em relação à comparação mensal, a queda foi de 7,4%. Em dezembro de 2021, as compras de aços planos retraíram 25,4%, com base na comparação anual, para 248,6 mil toneladas, enquanto, em novembro (283,2 mil toneladas), a queda foi de 12,2%. Ainda em dezembro, os estoques diminuíram 1,6% ante novembro, chegando a 814,2 mil toneladas. O giro dos estoques fechou em 3,1 meses.
Nas importações, houve um crescimento de 74,6% em comparação com o mesmo período de 2020, com 161 mil toneladas. Já em dezembro, houve queda de 33,3% nos embarques. O presidente da INDA espera um avanço de 3 a 5% nas comercializações neste ano, já que muitos setores "bastante firmes no Brasil" - como ele mesmo denominou - como energia solar e eólica; ou máquinas agrícolas e construção civil, são grandes consumidoras de aço. Ainda, estima um aumento no consumo aparente, de até 6% para o próximo ano, o que pode ser positivo para quem deseja comprar carros usados.
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