
Elevada à categoria de planta global em 2023, a unidade brasileira da Gilbarco passou a concentrar a produção e exportação de equipamentos para o setor de mobilidade na América Latina. A transição energética está inserida nesse processo.
De acordo com a empresa, a eletricidade consumida agora é contratada no Ambiente de Contratação Livre (ACL) e tem origem em fontes como geração eólica, hidrelétrica, solar e biomassa.
O processo foi conduzido com suporte da Witzler | Ultragaz, consultoria especializada na gestão de consumidores no mercado livre de energia. A comprovação do uso exclusivo de fontes renováveis seguiu critérios da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) e é reconhecida por plataformas internacionais de reporte, como GHG Protocol, CDP e GRI.
A estimativa é de que a mudança reduza em 16,8 toneladas as emissões anuais de CO₂ associadas ao consumo de energia elétrica da planta.
Bruno Rosas, presidente da Gilbarco Veeder-Root para a América Latina, afirmou que a mudança no fornecimento de energia representa um passo relevante no programa de sustentabilidade da companhia.
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