
Com a chegada do outono e o aumento da circulação de vírus como gripe e bronquiolite, o Hifa Guarapari registrou um crescimento superior a 50% nos atendimentos diários nas últimas duas semanas. Diante da superlotação, a coordenação médica do hospital alerta para o uso consciente dos serviços de emergência, visando evitar a exposição desnecessária de crianças a novos agentes infecciosos e reduzir o tempo de espera.
Segundo a Dra. Kelly Nars, coordenadora médica do PAI, muitos casos de baixa complexidade — como um episódio isolado de febre ou congestão nasal — podem ser manejados inicialmente em casa. “Levar a criança ao hospital sem sinais de alerta pode piorar um quadro simples, pois o ambiente hospitalar concentra casos graves e maior circulação viral”, explica a pediatra.
Primeiros passos em casa A orientação inicial para congestão nasal é a lavagem com soro fisiológico. No caso de febre (acima de 37,5°C comprovada por termômetro), deve-se utilizar o medicamento habitual (como dipirona ou paracetamol). Se a criança responder bem e o intervalo entre as febres for maior que seis horas, o monitoramento doméstico é o mais indicado.
Quando buscar a emergência? As famílias devem procurar o hospital imediatamente se a criança apresentar:
A prevenção inclui evitar aglomerações e manter ambientes ventilados. O Hifa atende crianças de zero a 12 anos e reforça que casos graves têm prioridade absoluta no fluxo de triagem.
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