
Moradores e trabalhadores do centro da capital paulista avaliam que a região ficará mais segura, terá mais empregos e com melhora no turismo após a mudança da sede administrativa do Governo de São Paulo para o Campos Elíseos, mostra pesquisa do Instituto Datafolha, em parceria com o Seade Opinião. O leilão que vai definir a empresa responsável pela concessão será realizado nesta quinta-feira (26), na sede da B3.
A porcentagem de frequentadores da região central que acreditam em melhora na segurança com a mudança é de 83%. Além da segurança, o grupo também considera que a limpeza urbana terá melhorias (80%), assim como a oferta de empregos (74%) e melhorias no turismo da região (70%). Quanto às condições de moradia no centro e oferta de transporte público, mais da metade dos moradores acreditam que vai melhorar (55% e 53% respectivamente).
O otimismo também é constatado com moradores de outras regiões da cidade. Em relação à segurança, 77% dos paulistanos acreditam que haverá melhora. Na projeção sobre os efeitos da nova sede para limpeza urbana da região central, o resultado é similar: 77% preveem melhora. Quanto à oferta de emprego, 75% acreditam que haverá melhora e a previsão também é otimista para o impacto da obra no turismo (70%) e na melhora nas condições de moradia no centro (61%).
A maioria dos paulistanos considera a mudança da sede administrativa do Governo de SP para o centro como ótima ou boa. Segundo pesquisa Datafolha, 64% dos entrevistados avaliam de forma positiva a construção de uma nova sede no Centro Histórico para abrigar todos os órgãos do governo. Para quem mora ou trabalha, a avaliação positiva é de 66%.
Já quem avalia a ideia como ruim ou péssima corresponde a 16% dos entrevistados, 17% consideram regular e 3% preferiram não opinar.
A construção da nova sede do Governo de SP é vista como majoritariamente benéfica para diferentes grupos: entre 79% e 84% consideram mais benefícios que prejuízos para moradores, comerciantes, trabalhadores e para a cidade.
A mudança da sede administrativa do Governo de São Paulo para o centro é percebida como positiva especialmente para o comércio local. Segundo pesquisa do Instituto Datafolha, 84% dos paulistanos avaliam que os comerciantes serão mais beneficiados com o projeto. Para 83%, os trabalhadores da região também devem ser favorecidos.
Quando considerada a cidade como um todo, 79% entendem que São Paulo tende a ganhar com a construção da nova sede no centro. Outros 17% avaliam que haverá mais prejuízos, enquanto 4% não opinaram.
A presença diária de cerca de 22 mil servidores no novo complexo deve ampliar a circulação de pessoas e fortalecer a atividade econômica da região central.
Para 62% dos paulistanos, a construção da nova sede do Governo de São Paulo pode fazer com que mais pessoas queiram morar no centro de São Paulo. O índice sobe para 71% entre quem mora ou trabalha no entorno da futura sede da gestão estadual. É o que aponta a pesquisa do Instituto Datafolha, em parceria com o Seade Opinião
A percepção está associada à expectativa de maior circulação de pessoas e dinamização da área. O projeto prevê a centralização de cerca de 22 mil servidores estaduais, hoje distribuídos em mais de 40 prédios na capital, o que deve ampliar o fluxo diário na região..
Mais da metade dos entrevistados acredita que o governo está agindo bem ao construir sua nova sede no centro de São Paulo. O valor corresponde a 57% dos entrevistados. A maioria (54%) dos paulistanos também concordam que a economia com aluguel e manutenção dos prédios utilizados hoje pelo governo compensa o investimento com a nova sede.

Os resultados fazem parte de uma pesquisa do Instituto Datafolha, em parceria com o Seade Opinião. O levantamento ouviu 1.564 pessoas, sendo 1.280 em toda a cidade de São Paulo e 284 moradores ou trabalhadores do entorno da área que abrigará a nova sede do Governo do Estado. A pesquisa foi feita entre os dias 17 e 19 de novembro de 2025 e a margem de erro é de 3 pontos percentuais para o total da amostra, e de 6 pontos para moradores ou trabalhadores do entorno, para mais ou para menos, dentro do nível de confiança de 95%.
O projeto do Novo Centro Administrativo, liderado pela Secretaria de Parcerias em Investimentos (SPI) e integrado ao Programa de Parcerias de Investimentos do Estado de São Paulo (PPI-SP), prevê a centralização da administração estadual em um único complexo de sete edifícios e dez torres, que reunirá aproximadamente 22 mil servidores atualmente espalhados em mais de 40 endereços pela capital.
O leilão da Parceria Público-Privada (PPP) do Novo Centro Administrativo Campos Elíseos está marcado para o dia 26 de fevereiro. A empresa será responsável pela construção e manutenção do espaço. A iniciativa, uma das maiores em desenvolvimento na capital paulista, vai reconfigurar estruturalmente a região central e modernizar a gestão pública.
Com investimentos estimados em R$ 6 bilhões, a iniciativa moderniza a gestão pública, reduz custos administrativos e fortalece a requalificação urbana do centro da capital, preservando o patrimônio histórico e ampliando serviços à população. Além de abrigar os servidores públicos, a nova estrutura contará com teatro, auditórios, salas multiuso e outros espaços.
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