
A Polícia Civil do Espírito Santo (PCES), por meio das Delegacias de Polícia (DP) de Ibitirama e Guaçuí, cumpriu, nessa quarta-feira (19), um mandado de prisão preventiva em desfavor de um homem de 18 anos, no bairro Horto em Guaçuí. O indivíduo é investigado por crimes praticados com emprego de arma de fogo. O mandado judicial foi expedido pelo Juízo da Vara Única da Comarca de Ibitirama.

Segundo o titular da DP de Ibitirama, delegado William Cabral, no dia 20 de julho o homem teria ido à residência da ex-companheira na zona rural de Ibitirama portando uma arma de fogo. Posteriormente, mesmo após a chegada da Polícia Militar do Espírito Santo (PMES), o indivíduo teria retornado ao local e efetuado novos disparos.
“Durante a fuga, o homem teria efetuado disparos de arma de fogo contra policiais militares que realizavam o cerco, provocando uma reação dos agentes e dando início a um acompanhamento tático”, detalhou o delegado.
Além disso, o indivíduo teria abandonado a motocicleta utilizada na fuga e dois aparelhos celulares, conseguindo empreender fuga por uma região de mata.
O delegado destacou ainda que as investigações contaram com depoimentos de policiais militares, declarações da vítima e de testemunhas, além da apreensão de materiais utilizados durante a ação criminosa.
Após a coleta dos elementos, a Polícia Civil realizou o planejamento operacional, e as equipes policiais se deslocaram até o endereço do alvo, localizado no bairro Horto, em Guaçuí, onde o indivíduo estaria escondido.
Ao perceber a presença policial, o homem compareceu ao portão do imóvel e foi cientificado sobre a ordem judicial, recebendo voz de prisão.
Após os procedimentos de praxe, o homem foi conduzido à DP de Guaçuí para as providências legais.
“A prisão representa o resultado da atuação integrada entre as delegacias de Ibitirama e Guaçuí, demonstrando a importância do compartilhamento de informações, do trabalho de inteligência e da cooperação entre as unidades da Polícia Civil no enfrentamento à criminalidade e na proteção das vítimas”, destacou William Cabral.
A Polícia Civil reforça ainda que as investigações prosseguem para o completo esclarecimento dos fatos e a responsabilização dos envolvidos, observando-se o devido processo legal e as garantias previstas na legislação.
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