
Ao enfrentar a perda de um ente querido, uma das decisões mais difíceis e importantes da partida pode ser referente à escolha entre o sepultamento ou a cremação. O respeito à memória de quem se foi pode ser mostrado de ambas as formas. No entanto, as opções têm suas particularidades e podem ser influenciadas por fatores culturais, religiosos, pessoais e, até mesmo, financeiros.
Os últimos dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostram que o Brasil registrou 1.524.731 óbitos em 2022.
De acordo com Vinicius Mello, diretor executivo do Crematório Metropolitano São João Batista, localizado na cidade de São João de Meriti (RJ) e administrado pelo Grupo Riopae, as principais diferenças entre sepultamento e cremação podem envolver aspectos técnicos e práticos que influenciam a decisão de famílias em momentos delicados.
O executivo explica que no sepultamento, além de ser necessário um espaço físico, o processo pode gerar custos variáveis dependendo da localização, como o valor do caixão, da sepultura, taxas de cemitério, manutenção e serviços funerários.
“Na cremação, as cinzas podem ser armazenadas em urnas, que ocupam menos espaço. As famílias também podem espalhar as cinzas em locais significativos, mantê-las em casa ou em memoriais”.
Neste caso, o empresário ressalta que a pessoa deve comunicar à família, ainda em vida, sobre a intenção de ser cremada. “Isso simplifica bastante o trâmite. Porém, se não for possível providenciar uma declaração, essa decisão poderá ser tomada pelos seus familiares de primeiro grau, na ordem de sucessão, que devem apresentar a documentação correspondente, conforme cada situação”.
Embora a cremação tenha ganhado aceitação em muitas culturas, ela ainda pode ser vista como tabu em algumas tradições que exigem o sepultamento por considerá-lo parte essencial do luto.
“É importante considerar as crenças e valores da família ao escolher entre os dois métodos. Tanto o sepultamento quanto a cremação têm suas particularidades técnicas e emocionais. Além disso, a escolha deve ser baseada em fatores como custo, espaço, impacto ambiental e valores pessoais, garantindo que a decisão respeite a memória do ente querido de forma significativa e adequada”, aponta Mello.
Sustentabilidade e eficiência
O executivo aponta que, à medida que mais pessoas se tornam mais conscientes das questões ambientais, a cremação é vista como uma alternativa mais sustentável. “No sepultamento, os caixões de madeira são comumente tratados com produtos químicos para preservação, além de produtos para embalsamamento do corpo. Isso pode gerar efeitos negativos no solo e na água. A cremação elimina esses produtos por meio da combustão, podendo contribuir para a preservação da qualidade do meio ambiente”.
“Embora a cremação também tenha implicações ambientais, muitas funerárias estão investindo em tecnologias mais eficientes, como fornos que utilizam menos energia e geram menos emissões, tornando essa opção mais ecológica”, justifica Mello. Ele ainda explica que existem urnas feitas de materiais sustentáveis que podem ser plantadas, transformando as cinzas em árvores ou plantas.
Para saber mais, basta acessar: https://www.crematoriosaojoao.com.br/home
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