
A Polícia Federal (PF) e o Ministério Público Federal (MPF) realizam na manhã desta quinta-feira (25) a Operação Fiat Lux, que investiga um esquema de fraudes na Eletronuclear. Entre os principais alvos de prisão na ação está o ex-ministro de Minas e Energia do governo Lula, Silas Rondeau, que também foi presidente da Eletrobras entre 2004 e 2005.
Ao todo, as autoridades cumprem 12 mandados de prisão e 18 de busca e apreensão, determinados pelo juiz federal Marcelo Bretas, da 7ª Vara Federal do Rio de Janeiro, nos estados do Rio de Janeiro (capital, Niterói e Petrópolis), São Paulo e no Distrito Federal.
Além das prisões, foi determinado o sequestro dos bens dos envolvidos e de suas empresas pelos danos materiais e morais causados no valor de R$ 208 milhões. Os investigadores apontam que a origem de pagamentos de propina na estatal iniciou após o Almirante Othon Pinheiro chegar ao comando da instituição como “contrapartida à celebração de novos contratos e ao pagamento de valores em aberto de contratos que se encontravam em vigor”.
As autoridades apontaram que os recursos eram desviados por meio de subcontratação fictícia de empresas de serviços e offshores, que por sua vez distribuíam os valores entre os investigados. Os desvios na Eletronuclear também motivaram, em abril de 2019, a decisão de Bretas em aceitar denúncias do MPF e tornar réus o ex-presidente Michel Temer e o ex-ministro e ex-governador do Rio, Moreira Franco, além de outros 12 investigados.
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