
A pandemia gerou crise em todo o mundo, muitas empresas fecharam e muitas outras precisaram se reinventar. Na área alimentícia não foi diferente, restaurantes fecharam suas portas e outros se redescobriram com o serviço Foodservice. Em meio a toda essa crise, o segmento cresceu e ainda continua crescendo.
Em vendas, considerando o mês de abril de 2021 ao de 2022, o aumento foi de 74,6% e 48,6% de expansão no acumulado do ano. Quatro fatores contribuíram impactando o resultado: transações, tíquete médio, número de lojas e inflação.
“Importante destacar que no setor de alimentação em todo o mundo o negócio de Foodservice, alimentos preparados fora do lar para consumo, é a vertente que mais cresce, redesenhando o mercado de alimentos e criando novos canais, formatos, conceitos e modelos de negócios. Tudo isso é matéria-prima dos debates, discussões, estudos, pesquisas e da maior exposição.” Fonte: Marcos Gouvêa de Souza é fundador e diretor-geral da Gouvêa Ecosystem e publisher da plataforma Mercado&Consumo - Associação Brasileira da Indústria de Alimentos (ABIA, 2022).
O crescimento do setor requer que as empresas busquem por inovações para se destacarem no ramo. Elaborar um projeto com metodologia e ideias inovadoras unindo com a inteligência empregada a cada projeto do ecossistema do setor da alimentação para que haja capacidade de se adaptar as novas tendências que irão surgir nesta fase pós-pandemia. A inovação tem demonstrado ser primordial para o segmento Foodservice.
O primeiro restaurante flexitariano do Brasil, o Restaurante Allma, no Rio de Janeiro, um exemplo de demonstração de investimentos em consultoria gastronômica, o foco da empresa era criar do zero a primeira rede física e Foodservice, elaborando diferentes modelos de inovação digital para se destacar no mercado e atender com excelência seu público-alvo de ambos serviços.
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