
Nesta terça-feira (17), é considerado o Dia Mundial de Combate à Seca e à Desertificação. A data foi instituída pela Organização das Nações Unidas (ONU), em 1994, com o intuito de conscientizar sobre os efeitos da desertificação e da escassez de água, além de promover ações para combater esses problemas.
Ao encontro do tema, o Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural (Incaper) lançou, na última semana, o livro “Crise hídrica no Estado do Espírito Santo: o caso de 2014 a 2017”.
A publicação destaca, entre outros pontos, as ocorrências de estiagens prolongadas que chegam a provocar conflitos pelo uso da água em diversos setores. Em 2014, teve início um período marcado por precipitações significativamente abaixo da média, estendendo-se até 2017. Os impactos dessa condição foram severos e perceptíveis tanto nas áreas rurais quanto urbanas, sendo então identificada como a “pior crise hídrica dos últimos 80 anos”.
Diante da necessidade de disponibilizar as informações e os conhecimentos gerados pelas pesquisas, o livro é produzido e resulta da união de esforços de instituições públicas estaduais com atuação no campo e de instituições de ensino.
De acordo com a publicação, sua concepção envolveu uma abordagem multidisciplinar, com a coleta e análise de dados climatológicos históricos, a aplicação de técnicas estatísticas avançadas e a integração de informações geoespaciais. Além de consulta a banco de dados, foram realizadas pesquisas de campo, entrevistando produtores rurais, para se obter a percepção desses indivíduos sobre os impactos sofridos diretamente dentro das propriedades rurais.
Dia Mundial de Combate à Seca
A Convenção das Nações Unidas de Combate à Desertificação e Mitigação dos Efeitos da Seca (UNCCD) apresenta indicativos que, no Brasil, as áreas susceptíveis à desertificação compreendem 1.340.863 quilômetros quadrados, incluindo 1.488 municípios, localizados em dez estados da região semiárida do Nordeste brasileiro, municípios no norte de Minas Gerais e do Espírito Santo, onde o grau de conhecimento destes processos degradativos e sua extensão são ainda deficitários e necessitam de constantes atualizações.
A desertificação é um processo de degradação ambiental que transforma áreas férteis em desertos, enquanto a seca é a falta de água, podendo causar impactos significativos em diversas regiões. Ambos os fenômenos podem ser agravados por atividades humanas, como desmatamento, práticas agrícolas inadequadas e uso excessivo de recursos naturais
Baixe aqui: “Crise hídrica no Estado do Espírito Santo: o caso de 2014 a 2017”.

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