
As autoridades da penitenciária Pedro Juan Caballero, no Paraguai, evitaram esta quinta-feira um plano de fuga após encontrarem um artefacto explosivo na prisão, de onde escaparam 76 membros do Primeiro Comando da Capital (PCC) em 2020, maior grupo criminoso brasileiro.
Após a deteção do dispositivo, numa das paredes da penitenciária regional, os agentes entraram no pavilhão onde estão os internos do PCC e descobriram que as grades de uma das celas haviam sido cortadas, informou esta quinta-feira o Ministério da Justiça paraguaio.
O órgão governamental destacou que se abortou uma "fuga em massa" naquele presídio, localizado na capital do estado paraguaio de Amambay, na fronteira com o Brasil.
Em janeiro do ano passado, cerca de 76 presidiários fugiram da mesma prisão, numa ação planeada pelo PCC que demonstrou as falhas do sistema prisional paraguaio.
Um mês depois, o Ministério Público paraguaio apresentou um relatório pericial comprovando que os agentes penitenciários permitiram a fuga, que ocorreu por meio de um túnel cavado durante uma semana.
O Ministério da Justiça do Paraguai já havia reforçado os controlos nas prisões após o motim do mês passado no maior presídio do Paraguai, no qual sete presidiários morreram.

Prisão Homem é preso após cães serem encontrados em situação de extrema negligência
Polícia Polícia Federal cumpre mandados contra tráfico de animais silvestres
Operação Ação da PM no bairro Bela Vista Mín. 18° Máx. 30°
