
O Centro Integrado de Comando e Controle das Arboviroses (CICC) completou um ano de atuação no Espírito Santo com reforço nas ações de enfrentamento à dengue, chikungunya, Zika e Oropouche. Instituído em 10 de fevereiro de 2025 pelo Governo do Estado, o centro é coordenado pela Secretaria da Saúde do Espírito Santo (Sesa) e reúne diversas instituições estaduais e federais.
Segundo o secretário Tyago Hoffmann, o período foi marcado por ações estruturantes, com foco no controle de vetores e na capacitação contínua dos profissionais. Mais de 700 trabalhadores da saúde foram capacitados pelo Núcleo Especial de Atenção Primária (NEAPRI) e pelo Núcleo Especial de Vigilância Epidemiológica (NEVE), incluindo o seminário de preparação para o período sazonal das arboviroses.
Na área de transparência, foi lançado o painel “Monitoramento das Arboviroses no Espírito Santo”, com dados diários sobre casos em todo o Estado.
No combate ao vetor, houve investimento de R$ 211 mil na compra de 50 mil ovitrampas para monitoramento do Aedes aegypti. O número de municípios que utilizam a estratégia passou de 15 em 2024 para 58 em 2025, com previsão de mais oito adesões. A metodologia é coordenada pelo Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), em parceria com o Ministério da Saúde.
Também é aplicada a Borrifação Residual Intradomiciliar (BRI) nos 78 municípios capixabas. Para o controle do maruim (Culicoides paraensis), estudos estão em andamento com apoio do Ministério da Saúde e da Fiocruz.
Em 2025, foram notificados 88.747 casos de dengue (32.001 confirmados e dois óbitos); 5.836 de chikungunya (2.260 confirmados); 1.194 de Zika (nenhum confirmado); e 6.392 casos confirmados de Oropouche, com um óbito.
O CICC conta ainda com participação de órgãos como Sedu, Seag, Incaper, CBMES, CEPDEC, IJSN, Conselho Estadual de Saúde e COSEMS/ES.
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