
O Ministério Público Federal apurou que o grupo Finansus, apontado como um dos três eixos no esquema de desvios que teria sido montado pelo governador afastado do Rio de Janeiro, Wilson Witzel, criou um fundo de R$ 2 bilhões para realizar os desvios.
O esquema foi revelado pelo ex-secretário de Saúde do RJ, Edmar Santos, à Procuradoria Geral da República (PGR). Segundo denunciou Edmar aos procuradores, desde que foi criado, o grupo sempre esteve voltado para atender aos interesses do grupo criminoso, conforme consta no relato descrito pelos procuradores:
“Que o colaborador ressalta que o grupo vislumbrou quatro oportunidades para cobrança de vantagens indevidas: (1) cobrança junto aos prefeitos de percentual a ser destinado; (2) possibilidade de pagar o 13º salário da folha de servidores dos municípios; (3) acordo direto do Governador Wilson Witzel com o Prefeito de Duque de Caxias para repasse de R$ 100.000.000,00; (4) envio de valores a Barra Mansa/RJ e Volta Redonda/RJ, a pedido do ex-deputado estadual e ex-prefeito de Volta Redonda Gothardo Netto, a maior do que seria devido pelo critério do Finansus.”
Em um dos trechos da delação, Edmar relata ainda que o próprio Witzel solicitou que o ex-secretário fizesse os repasses aos munícipios de Volta Redonda e de Barra Mansa, no interior do Estado.
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