
Em mais revelações sobre o caso do governador afastado do Rio de Janeiro, Wilson Witel, a Procuradoria-Geral da República (PGR) apontou mais um suposto esquema para desviar dinheiro público da Saúde, em que teria sido instituída uma espécie de “rachadinha” de repasses do Fundo Estadual de Saúde a sete prefeituras.
Do montante que foi transferido para estas cidades, o grupo, supostamente comandado por Witzel, receberia de volta 10% do valor. A modalidade de desvio foi apresentada pelo Ministério Público Federal (MPF).
O plano executado pelo ex-secretário e agora delator Edmar Santos foi detalhado pelo empresário Edson Torres, apontado como operador financeiro do grupo.
O empresário compareceu de forma voluntária ao MPF, após a deflagração da Operação Tris in Idem, que culminou no afastamento de Witzel.
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