
O Ministério Público Federal (MPF) resolveu arquivar a ação da reitora da Universidade Federal Rural do Semi-Árido (Ufersa), Ludmilla Oliveira, contra uma aluna que atacou sua nomeação. A representação contra a estudante foi considerada “caluniosa” por não haver registro de possíveis atos de violência contra a reitora.
“Sem qualquer indicação concreta em torno de atos criminosos praticados por três ou mais pessoas, a representada fez o aparato estatal policial atuar quando, na verdade, tinha plena ciência da inocência da imputada”, afirmou.
Ludmilla foi nomeada reitora, durante cerimônia de Bolsonaro em Mossoró, onde fica a Universidade. O presidente utilizou da Medida Provisória que permite o Ministério da Educação escolher reitores e vice-reitores em instituições federais, enquanto durar a pandemia.
A aluna acusou a reitora de ser “golpista” e “interventora”. Além disto, disse que Ludmilla não entraria na Ufersa “nem de helicóptero”.
Curiosidade Quem criou o Dia dos Pais? Entenda por que o Brasil celebra a data em agosto
Novo feriado Novo feriado nacional é decretado para sexta-feira e todos os trabalhadores do Brasil terão folga
Pelo Brasil Salvador se torna capital simbólica do Brasil nesta quarta-feira (2); entenda o motivo Mín. 16° Máx. 23°