
O Ministério Público Federal (MPF) resolveu arquivar a ação da reitora da Universidade Federal Rural do Semi-Árido (Ufersa), Ludmilla Oliveira, contra uma aluna que atacou sua nomeação. A representação contra a estudante foi considerada “caluniosa” por não haver registro de possíveis atos de violência contra a reitora.
“Sem qualquer indicação concreta em torno de atos criminosos praticados por três ou mais pessoas, a representada fez o aparato estatal policial atuar quando, na verdade, tinha plena ciência da inocência da imputada”, afirmou.
Ludmilla foi nomeada reitora, durante cerimônia de Bolsonaro em Mossoró, onde fica a Universidade. O presidente utilizou da Medida Provisória que permite o Ministério da Educação escolher reitores e vice-reitores em instituições federais, enquanto durar a pandemia.
A aluna acusou a reitora de ser “golpista” e “interventora”. Além disto, disse que Ludmilla não entraria na Ufersa “nem de helicóptero”.
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