
O Ministério Público Federal (MPF) investiga o Consórcio Nordeste, do qual faz parte o governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB) e é presidido pelo governador da Bahia, Rui Costa (PT), por um suposto uso de compra de respiradores para fazer pagamento de propina.
Procuradores acusam o secretário do consórcio, o ex-ministro petista Carlos Gabas, de intermediar o desvio de respiradores para a cidade paulista de Araraquara, governada pelo também petista Edinho Silva.
De acordo com o MPF, “o Consórcio Nordeste firmou contrato com a empresa Hempcare Pharma Representações LTDA para o fornecimento de 300 respiradores, mas, para viabilizar a negociação, teria exigido a doação de 30 respiradores ao município de Araraquara”.
Todos os nove governadores do Nordeste pagaram cerca de R$ 50 milhões pelos 300 respiradores. Desse total, o governo Flávio Dino (PCdoB) contribuiu com R$ 4,9 milhões. Os equipamentos nunca chegaram do exterior apesar dos recursos terem sido pagos.
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