
A força-tarefa da Lava-Jato do Rio enviou ao Supremo Tribunal Federal (STF) um pedido de suspeição ou impedimento do ministro Gilmar Mendes para atuar na investigação sobre desvios de R$ 151 milhões da Fecomércio do Rio por meio de escritórios de advocacia, sob o argumento de que o ministro tem relação de proximidade com alguns dos investigados. A arguição de impedimento está com o presidente do STF Luiz Fux, a quem cabe decidir dar prosseguimento.
A manifestação foi enviada após Gilmar ter solicitado esclarecimentos à força-tarefa sobre suspeitas de que eles haviam investigado autoridades com foro privilegiado neste caso. A Lava-Jato do Rio, então, apresentou manifestação afirmando que não houve irregularidades na investigação e apontando a suspeição do ministro para atuar como relator do caso. A informação foi revelada pela revista “Veja” na sexta-feira.
O pedido havia sido feito antes da decisão liminar concedida por Gilmar no último sábado, na qual o ministro suspendeu as investigações em curso, sob entendimento de que houve citações a ministros do Superior Tribunal de Justiça (STJ) que poderiam significar a prática de crimes. Nesta segunda, a Lava-Jato do Rio entrou com nova petição avisando a Fux que Gilmar concedeu liminar no caso, mesmo estando pendente esse pedido de suspeição ou impedimento. Caso Fux decida dar prosseguimento, o primeiro passo seria solicitar esclarecimentos a Gilmar, para depois levar o assunto ao julgamento da corte.
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