
Como figura cristã, o novo ministro da Educação, Carlos Alberto Decotelli, se posicionou contra a ideologia de gênero e da doutrinação política em sala de aula. Ligado à Igreja Batista, ele destaca que sua formação é alinhada aos preceitos bíblicos e desse mesmo modo deve conduzir seu trabalho.
“Eu sou um técnico. Cresci dentro da Primeira Igreja Batista do Rio e sou voltado para as questões da crença neotestamentária do núcleo evangélico tradicional. Nas convicções que estão na Bíblia, no Novo Testamento, eu acredito. Uma questão de fé. É assim que procedo na minha vida”, disse o ministro.
Em entrevista à jornalista Jussara Soares, do jornal O Estado de S.Paulo, o substituto de Abraham Weintraub, revelou que considera “o sistema de cotas uma das políticas públicas que são positivas”, mas cobrou uma postura autocrítica como nação a respeito do que os brasileiros querem para o futuro do país.
“Eu vejo uma necessidade didático-pedagógica de nós chegarmos ao século 21 e dizer: ‘Olha, não importa a sua etnia, não importa origem de raça ou de cor, você deve ter sonhos para buscar a sua realidade’. Quando você constrói um pré-conceito, você está bloqueando sonhos, destruindo vidas. A minha motivação é que hoje haja inspiração para que no Brasil possamos refletir a autocrítica do que queremos como sociedade. Quanto menor quantidade de preconceito existir, melhor será a construção de oportunidades para que o ser humano se realize, independentemente de ele ter gênero masculino, gênero feminino, que seja negro ou asiático”, esclareceu.
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