
O Espírito Santo ampliou em 9,2% as aplicações de crédito rural em julho, primeiro mês do ano-safra 2025/2026, enquanto a média nacional caiu 21%.
Foram aplicados R$ 587,7 milhões no Estado, contra R$ 538,1 milhões no mesmo mês de 2024, quase R$ 50 milhões a mais.
O número de operações subiu 5,9%, alcançando 2,2 mil. Os dados são da Secretaria da Agricultura (Seag), com base nos números do Banco Central.
Segundo o secretário Enio Bergoli, o resultado mostra a solidez do ambiente de crédito rural capixaba, mesmo em cenário nacional de retração.
Ele destacou que setores como café, mamão, pimenta-do-reino, gengibre, pescados, aves e ovos terão prioridade nas linhas de crédito, após impacto de tarifas dos EUA.
A modalidade de custeio puxou o crescimento, com alta de 19,6% e R$ 392,5 milhões aplicados.
A comercialização avançou 12%, para R$ 160,4 milhões. Já o investimento caiu 46,8%, somando R$ 34,8 milhões, e não houve aplicação em industrialização.
Na agricultura familiar, o crédito chegou a R$ 107,7 milhões (+9,4%), com forte alta em custeio (+67,9%), mas queda em investimento (-73,3%).
A meta para o ano-safra 2025/2026 é atingir R$ 9,8 bilhões em crédito e 47,1 mil contratos até junho de 2026, alinhados ao Pedeag 4, que prevê R$ 12 bilhões em aplicações até 2032.
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